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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

DeMillus - Campanha Nova


Bonitas, já estamos trabalhando com a campanha nova da DeMillus.
Tem lingeries para todos os gostos, afinal são 65 anos de liderança no mercado brasileiro.


Na parte superior do nosso blog temos um link direto para a Revista On Line. 
Clique na "aba" DEMILLUS e confira as novidades. 

 Beijinhos ♥

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Calcinhas Indispensáveis

Olá meninas,

Que a calcinha é uma peça indispensável no guarda-roupa das mulheres e que deve ser prática e confortável, todas nós já sabemos. A novidade é que as brasileiras querem calcinhas cada vez menores. Em uma pesquisa recente feita pelo Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI) com 1.100 pessoas em vários estados  o apelo sexual desponta como o terceiro item mais relevante quando se compra lingeries.
Os modelos chamados fios denteais já não são mais exclusividade das sex shops e de olho nesta tendência marcas tradicionais apostam em modelos menores e mais provocantes. 

“Com relação às lingeries, as mulheres se sentem mais confortáveis para ousar, pois o produto as permite mostrar aquilo que elas acham que devem." Afirma o diretor do IEMI, Marcelo Villin Prado.


O modelo fio dental, além de destacar as curvas femininas, valoriza bumbum e contribui de maneira significativa na hora da sedução, seja pelo estímulo visual ou pela elevação da auto estima da mulher. A atual tendência a utilizar tamanhos pequenos nem de longe lembra as origens da calcinha, que “nasceu para ser símbolo de recato”, segundo Rosemary Hawthorne.


PASSEIO PELA HISTÓRIA



Grécia e Roma antigas

Grécia e Roma antiga
Assim como os homens, as mulheres usavam um tipo de tanga para manter as partes íntimas protegidas e aquecidas. Tratava-se de um pedaço de tecido que passava por entre as pernas e era amarrado na cintura – a exemplo das fraldas de pano usadas nos bebês.

A peça não era considerada roupa de baixo porque no calor era a única veste no corpo.




Séculos 15 a 17
 
    
Séc. 15 - 17


Na Idade Média e no Renascimento, as vestes íntimas das mulheres ainda se assemelhavam às dos homens. Pedaços de pano eram amarrados às pernas e à cintura. O próximo passo foi o surgimento do calção. Larguinho, era usado debaixo de um camisão. Só depois vinha a saia ou o vestido. As peças mais antigas de que se tem notícia datam do período Tudor (1485 a 1603), na Inglaterra.




Século 18


    
Séc. 18
As mulheres usavam um verdadeiro arsenal de acessórios por debaixo dos vestidos. Eram calçolas (como um short), calças, petticoats (tipo de saia de baixo) e armações de arame. Com a Revolução Industrial e a proliferação das máquinas de costura, o algodão se popularizou na Europa. As mulheres, no lugar de costurar suas roupas íntimas em casa, passaram a comprá-las em lojas. Nessa época, as estampas já eram comuns.




Belle Époque 


    
Belle Époque
A calcinha passou a integrar o guarda-roupa feminino após a Revolução Francesa, quando uma simplificação no vestuário passou a exigir das damas um cuidado maior com as roupas de baixo. De lá para cá, as mudanças foram muitas. O primeiro modelo, chamado pantalon ou calção, em geral, chegava abaixo dos joelhos. Segundo a especialista Rosemary Hawthorne, a austeridade marcou as roupas de baixo até meados do século 19. “Nenhuma mulher iria querer chamar a atenção para aquilo que as peças íntimas embrulhavam”, relata em seu livro.


Década 20 

    
Década de 20
As mudanças ocorridas durante a guerra (1914-1918) marcaram o nascimento da verdadeira mulher “moderna”, segundo Rosemary Hawthorne. As roupas se tornaram muito mais fáceis de vestir e o uso do espartilho foi deixado de lado. As saias se tornam mais curtas e as moças passaram a mostrar as pernas. Por isso, a calcinha sofre uma primeira redução no tamanho e chega até o joelho. Elas também passam a incorporar babados, rendas, aplicações de fitinhas e florzinhas, sinal de que a mulher começa a mostrar a lingerie para o marido.

Décadas de 30 e 40 

    
Década de 30 - 40
O tamanho da calcinha se reduz ainda mais. “A calcinha contorna levemente a curva da perna. Elas eram feitas à base de algodão, linho e as mulheres mais refinadas usavam seda”, diz a professora Shitara. A calcinha tem a cintura no lugar, o que atualmente se convencionou chamar cintura alta. O acabamento que era feito com cós e botões ganha um novo aliado: o elástico. Flexível e resistente à fervura, o uso do elástico se popularizou após 1925. As meias de nylon se tornam populares e passam a integrar o guarda-roupa feminino.


Década de 50

   
Década de 50
Nessa época, tecidos à base de nylon se popularizam. Após o elástico, é a vez do zíper compor os figurinos. “A lingerie da época tinha calcinha de renda e cinta-liga. Fecho Éclair se populariza. É a busca da feminilidade a todo custo”, afirma Franz Ambrósio.






Década de 60


    
Década de 60 -70
Resistentes à máquina de lavar, o uso dos tecidos à base de nylon e poliéster se popularizam. A moda pedia trajes femininos cada vez mais curtos. 
A cintura baixa, que caracteriza a moda surgida em Saint Tropez, na badalada Côte D´Azur francesa, começa a ganhar adeptos. A professora Miti Shitara identifica duas tendências: “Uma parte prefere lingeries feitas com tecido e malha. De outro lado, estavam aqueles que estavam sintonizados com a “Era Espacial” e optam por tecidos sintéticos, que também eram mais baratos”, disse.

Década de 70

 
Década de 80
As calcinhas multicoloridas passam a integrar o guarda-roupa feminino.
A cintura nessa época é baixa e as tanguinhas se popularizam. “O uso de anticoncepcional permite à mulher separar a maternidade do desejo. Ela fica mais à vontade para exibir seu corpo. Surgem modelos mais ousados, às vezes, mais depravados”, afirma Miti Shitara. A partir dessa década, os modelos das calcinhas passam a seguir a moda dos biquínis. A influência do movimento hippie se reflete também na confecção de roupas íntimas.

Década de 80

Entre o fim da década de 70 e início de 80, aparecem tangas supercavadas e com a lateral enroladinha. O modelo, conhecido como asa delta, vira uma verdadeira febre. “A a silhueta fica masculinizada. As ombreiras e tailleurs entram na moda. Mas, por baixo da sisudez aparente, as mulheres também se preocupam em utilizar peças lindas, repletas de babadinhos”, afirma Miti Shitara.



Anos 90 e 2000

Desde a década de 90, a indústria o mix de modelos de lingerie adaptados às diferentes situações do dia a dia: para o trabalho, para a noite, para o conforto. “É um período de forte mestiçagem: diversos modelos de lingerie convivem pacificamente’, observa a professora. A moda são os seios fartos e os bumbuns proeminentes.


Fonte: g1.com.br
Kisses



sábado, 18 de junho de 2011

Lingeries no SPFW

Bem, o SPFW já vai se despedindo e mesmo eu não entendendo nada de moda não posso deixar de comentar que as lingeries estiveram inspirando várias coleções.


Alexandre Herchcovitch deu um show com seus bodys, com busto estruturado seguindo a tendência Boudoir onde as rendas e transparências das lingeries são utilizadas na composição de roupas super femininas.







E como não falar da coleção do estilista Samuel Cirnansck com o tema "Universo do fetiche". Os vestidos belíssimos tinham todos um tom sadomasoquista inclusive os de noiva confeccionados em cetim, tule e látex, super ajustados, com decotes generosos e para finalizar mordaças e cordas que prendiam a cintura e os braços das modelos, tudo isso ao som de Lady Gaga.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Burlesque

Queridos,

Mais um musical chega aos cinemas brasileiros e irá causar furor na moda íntima: Burlesque, musical australiano, dirigido por Steven Antin, com Cher e Cristina Aguilera.
Burlesque surge nos moldes de Moulin Rouge, Chicago e Nine e trabalha com o mundo sensual e colorido do teatro Burlesco doa anos 40.
O teatro burlesco originou-se na Commedia dell'arte, uma espécie de teatro de improviso italiano. Pequenas companhias faziam performances ao ar livre tratando de temas cotidianos como, ciúme, adultério e grandes paixões.
O filme que chega nas nossas telas em fevereiro. Não foi um grande sucesso da industria cinematográfica, más sua estréia causou frisson na moda íntima. Meias sensuais, sespensórios e lingeries vintage estão em alta nas vendas no Reino Unido onde já estreiou.
O maior ícone atual do teatro burlesco é a americana Dita Von Teese, último exemplar vivo de pin up. Referência absoluta dentro do cenário de moda íntima que estar por vir.



Beijusss
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